Raphael Cardoso Marketing Jurídico Facebook ad: “Faz uma petição pra mim.”

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“Faz uma petição pra mim.” Esse é o prompt que 90% dos advogados digitam quando abrem o Claude pela primeira vez. E depois reclamam que a IA “não entende direito”, que o resultado é genérico, que não serve pra protocolar. A verdade é que o Claude entende. O que falta é você saber pedir. Eu trabalho com IA aplicada à advocacia desde que o Claude se tornou acessível pra profissionais do direito. E o padrão que mais vejo se repetir é esse: o advogado trata a IA como se fosse um estagiário que já sabe tudo sobre o caso. Não dá contexto, não define o tom, não indica a tese, não menciona as provas — e espera uma peça pronta. Nesse carrossel eu peguei 5 situações reais do dia a dia de quem peticiona — petição inicial, contestação, recurso, ação previdenciária e triagem de caso novo — e mostrei o que acontece em cada nível de prompt. No nível ruim, você joga uma frase solta e recebe um texto que parece trabalho de faculdade. No bom, já tem especificidade suficiente pra IA entregar algo utilizável. No ótimo, você define papel, dados do caso, teses, jurisprudência, estrutura e manda pensar passo a passo — o resultado começa a parecer peça de escritório de verdade. Mas tem um nível acima que pouca gente conhece. O nível supremo é quando o advogado para de montar prompt. Ele já construiu um sistema de IA personalizado — com plugins, habilidades configuradas, base de conhecimento do escritório, teses mapeadas, jurisprudência catalogada e padrão de redação definido. Ele abre o Claude, dá um comando curto, e a peça sai no padrão da casa. Sem copiar e colar prompt gigante. Sem retrabalho. Sem ficar ajustando output. Isso não é ficção. É o que eu ensino advogados a construir. A diferença entre quem usa IA como ferramenta e quem usa IA como sistema é a mesma diferença entre quem digita no Google e quem tem um departamento de pesquisa. Raphael Cardoso - Especialista em IA para Advocacia e Marketing Jurídico
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